Muitos pais acreditam que games considerados violentos, podem vir a atrapalhar a educação e a boa formação de seus filhos. Mas esta cada vez mais evidente que os pais estão se rendendo a magia do Counter-Strike.
Com relação ao fato dos jogos on line prejudicarem a educação, existem opniões bem diversificadas: "Games eletrônicos não estimulam nada que já não seja próprio do indivíduo. Violência é uma questão social. Nenhum jogo vai agregar mais violência que o cotidiano de uma granda cidade. Jogos estimulam a inteligência, destreza, habilidade motora. Só podem prejudicar o desempenho escolar por ocupar tempo demasiado do jovem. O que diminui a probabilidade da violência é a criação e educação que o jovem e a criança recebem em casa. Não adianta criar leis. Crianças e jovens são imunes a esse tipo de regramento. Se leis controlassem crianças não existiriam menores cheirando cola neste exato momento na praça mais próxima a você. Educar é obrigação dos pais não do Estado." comenta João Paes Leme, de Santos SP. Marcos Ronchi, de Cachoeira Paulista SP, tem outra opnião: " Existem porém certos jogos que apenas servem para estimular a violência. Estes games deveriam ter a venda proibida e seus criadores e Empresas processados criminalmente.Para se acabar com a violência que hoje assola o mundo e preciso um desarmamento em todos os sentidos . Estes jogos assim com certos filmes e programas de TV são armas que deveriam ser terminantemente proibidos e seus responsáveis penalizados pela forma como induzem crianças e jovens a violência.É o poder do dinheiro buscando a riqueza a qualquer custo."
Alguns pais, que antes proibiam ao máximo seus filhos de jogarem (se quisessem jogar, tinham que fazer isso escondido) estão mais flexiveis, e às vezes, até tentam jogar ao lado do filho. Este fato lembra aquele antigo ditado: "Se não pode contra eles, junte-se a eles". Melhor os pais saberem que, se o filho esta jogando em uma lan house, ele esta seguro e divertindo, mas tambem nao podem esquecer de promover outras atividades aos filhos, assim aumentando o convívio social das crianças e adolescentes.

Por: Flávio Braga